terça-feira, 14 de dezembro de 2021

Jovem portador de deficiência sendo agredido em Guarapuava choca internautas

Uma violência chamou a atenção nesse fim de semana. 

Nele, um jovem com deficiência, de aproximadamente 22 anos sofre agressões de um outro homem. 

No vídeo o agressor está por cima do rapaz. O jovem tenta se defender, mas o homem o segura pelos braços, dá socos e em outros momentos tenta sufocá-lo. 

De acordo com as informações repassadas em um grupo do aplicativo de mensagens, o agressor é padrasto do jovem que, segundo a Apae, é portador de retardo mental severo.

Conforme a presidente Marcia Cristina Faria Nagase, a família mora na Vila Jordão, em Guarapuava. 

“A mãe também possui outro filho com Síndrome de Down. E é uma família que vive na miséria absoluta”. 

Entretanto, segundo Marcia, o vídeo é uma gravação do dia 23 de novembro, feito pela própria mãe da vítima. 

Além disso, o material já tinha chego ao conhecimento da Associação, que imediatamente tomou as providências cabíveis ao assunto. 

Conforme a presidente, a Apae procurou a família e orientou que a mãe fizesse um boletim de ocorrência contra o agressor, pedindo por uma medida protetiva. 

Os órgãos competentes ao assunto, como Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), a Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres do Município e a Polícia Civil também foram notificados. 

MEDIDA PROTETIVA 

Com a publicação do vídeo no fim de semana, na manhã desta segunda (13), uma equipe da Apae Guarapuava se dirigiu novamente até a casa do jovem. 

Conforme as informações, a mãe fez o boletim de ocorrência no dia 24 de novembro e desde então ela e o filho estão sob medida protetiva contra o agressor. 

Todavia, segundo o assistente social da Apae Adão Schneider, o vazamento do vídeo deixou a mulher “muito nervosa”. 

É que o companheiro dela não está preso. Além disso, não se tem informações de quem compartilhou as imagens para que elas chegassem ao conhecimento do público.

ESCLARECIMENTO 

A responsabilidade da Apae, segundo Marcia Cristina, é enquanto o aluno está na entidade. 

“Temos a responsabilidade total sobre os alunos enquanto eles estão conosco, nas nossas unidades”. 

Fora disso, quando já estão em casa, a responsabilidade é dos pais. 

No entanto, mesmo assim, a entidade presta assistência em casos extremos, como a agressão.

Fonte: Portal RSN

DA REDAÇÃO/ MARIA FARIAS

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