quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

POR MUITO POUCIO AVIÃO QUE TRANSPORTAVA VACINA DO COVID 19 NÃO BATEU EM AVIÃO COMERCIAL DA GOL

No nosso dia a dia, em meio a correria 25 segundos não fazem diferença alguma nem se quer vemos passar, porém na tarde desta terça-feira (19), esse curto espaço de tempo foi fundamental para que vidas fossem salvas, onde uma das aeronaves que transportava vacina no Paraná por muito pouco, ou mais especificamente por 25 segundos o avião não bateu contra o Boeing 737 da Gol, voo comercial, que pousava no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais.

Segundo a nota oficial divulgada pelo Governo do Paraná, o Cessna Grand-Caravan, decolou do Aeroporto do Bacacheri. Seguia em direção a Londrina, com doses da Vacina Coronavac. 

Quando em dado momento uma falha no piloto-automático fez com que a aeronave fizesse uma curva errada e por muito  pouco, o avião não bateu contra o Boeing 737 da Gol, o qual fazia um voo comercial e pousava no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais. 

Segundo o Portal Aeroin, os aviões ficaram a apenas três milhas náuticas da colisão. Isso significa cerca de 5,5 quilômetros  e segundo informações os equipamentos de segurança das duas aeronaves e os comandos da torre de controle evitaram que o pior acontecesse.

VEJA A NOTA DO GOVERNO:

 “Em atenção ao incidente havido no dia de hoje (19/01/2021), envolvendo aeronave Grand-Caravan, prefixo PPMMS, do Estado do Paraná, e de aviação comercial, no terminal do aeroporto Afonso Pena, em Curitiba/PR, a Casa Militar da Governadoria tem o seguinte a informar: Segundo relato do comandante da aeronave prefixo PPMMS, após todos os procedimentos técnicos de decolagem, o piloto automático, devidamente acoplado, apresentou uma atitude inesperada, curvando à direita. 

Diante disso, a tripulação tomou os procedimentos técnicos necessários, porém este não respondeu de imediato, e que logo após foi obtida a informação de tráfego. 

Nesse momento, foi desacoplado o piloto automático e retomado o procedimento de decolagem sem o auxílio do equipamento. 

Ressaltamos que não houve um acidente, mas um incidente, o qual foi devidamente reportado às autoridades aeronáuticas. 

Dentro da dinâmica da aviação, foram tomadas as medidas técnicas mitigadoras para manter a segurança de voo. Isso significa que a tripulação estava atenta e segura em seus procedimentos. 

Após a Casa Militar tomar conhecimento do fato, determinou que a aeronave permanecesse em solo, até a intervenção de manutenção. 

Nesse tocante, destacamos que todas as aeronaves sob responsabilidade do órgão estão com suas manutenções em dia. Em relação ao incidente, sem prejuízo da apuração aeronáutica, a Casa Militar irá realizar uma averiguação interna do ocorrido.

Da redação/ Sandra Laciuk

Nenhum comentário:

Postar um comentário