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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Campo Real se torna Centro Universitário; direção anunciará dois novos cursos em Guarapuava


A Campo Real passou a ser Centro Universitário e, para comemorar o aval dado pelo Ministério da Educação (MEC), a instituição anunciará a implantação de dois novos cursos superiores. 

De acordo com o diretor geral da Campo, professor Edson Aires, que mantém o segredo até às 19h desta quarta-feira (8), as áreas contempladas serão as ciências aplicadas e a saúde.

Com 15 cursos de graduação e 4,2 mil alunos que frequentam aulas e laboratórios nos seis blocos – que somam 25 mil metros de área construída no bairro Santa Cruz -, a Campo Real comemora a confiança dada pelo Ministério da Educação, que promoveu a Instituição a Centro Universitário. 

Ou seja, passa ser uma instituição de ensino superior pluricurricular, abrangendo uma ou mais áreas do conhecimento, caracterizando-se pela excelência do ensino oferecido, comprovada pela qualificação do seu corpo docente e condições de trabalho acadêmico oferecidas à comunidade escolar. 

Tudo isso, segundo avaliação do MEC.

De acordo com o professor Edson Aires, a partir de agora, a criação de cursos independe da autorização do MEC.

“Temos autonomia para ofertar novos cursos de acordo com a avaliação da instituição”. A extensão e a pesquisa ganham impulso no Centro Universitário. Aliás, este duo que o diferencia de uma faculdade.

A DIFERENÇA

A universidade goza de autonomia plena, isto é, não precisa de autorização do Ministério da Educação para criar novos cursos, sedes, aumentar ou diminuir o número de vagas, fechar cursos, expedir diplomas. 

Mais do que a formação na graduação, a universidade oferece pesquisa e extensão. Além disso, precisa ter 70% do corpo docente formado por professores titulados e oferecer cursos em pelo menos cinco áreas do conhecimento.

Os Centro precisam ter, também, um quinto do corpo docente contratado em regime de tempo integral e um terço do corpo docente possuindo titulação acadêmica de mestrado ou doutorado.

Oito cursos de graduação terem sido reconhecidos e terem obtido conceito satisfatório na avaliação externa in loco realizada pelo Inep; possuírem programa de extensão institucionalizado nas áreas do conhecimento abrangidas por seus cursos de graduação.

Possuírem programa de iniciação científica com projeto orientado por docentes doutores ou mestres, que pode incluir programas de iniciação profissional ou tecnológica e de iniciação à docência; terem obtido Conceito Institucional (CI) maior ou igual a quatro na avaliação externa in loco realizada pelo Inep.

E não terem sido penalizadas em decorrência de processo administrativo de supervisão nos últimos dois anos, contado da data de publicação do ato que penalizou a Instituição.

Já as faculdades e institutos superiores não gozam de nenhuma autonomia e dependem de inteiramente de autorizações do MEC. 

Seus diplomas têm de ser registrados por uma universidade, os professores não precisam ser titulados e só oferecem cursos de graduação ou pós-graduação lato sensu.

Da Redação/Maria Farias

Fonte: RSN

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